O homem, desde tempos antigos sonhou em chegar as alturas e alçar vôo no céu. Na Grécia antiga, o mito de Ícaro conta a história do personagem que para fugir de seu castigo construiu um par de asas com penas de gaivota e cera de abelha que ao realizar o bater das asas conseguiu voar como um pássaro, porém ao ficar próximo ao Sol, a cera de abelha derreteu fazendo com que Ícaro perdesse suas asas e caísse no mar Egeu.
Muitos inventores utilizaram como referência animais que realizavam o vôo batido para construir aparelhos que pudesse sustentar o peso de um humano no ar. As máquinas voadoras de Leonardo da Vinci (centro) e de Otto Lilienthal (direita) foram inventos que utilizaram desta referência. O vôo batido é aquele que exige o esforço e movimento constantes das estruturas em forma de asas para manter um corpo suspenso no ar, sendo a forma de vôo de aves de pequeno porte.
Atualmente, sabe-se que dificilmente um corpo com o peso de um homem conseguiria alçar vôo utilizando esta referência de vôo batido e desta forma, outros inventores buscaram referência em aves que realizam o vôo planado que é mais eficiente e permite que um corpo consiga voar através de correntes de ar.
Os irmãos Orville e Wilbur Wright (centro) e Santos Dumont (direita) utilizaram como referência o vôo planado e construiram seus inventos capazes de realizar vôos tripulados tornando-se os primeiros inventores do avião.
A escolha certa da referência natural garantiu o sucesso do invento.
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